sábado, 1 de setembro de 2012

Margem de Lucro



De uma forma geral, lucro é o valor que sobra do valor das vendas menos o custo das mercadorias vendidas, menos todas as despesas variáveis e fixas.

Podemos definir as seguintes margens de lucro: 

1. Margem de Lucro Bruto: Valor das Vendas menos o Custo das Mercadorias Vendidas. 
Exemplo:

Valor da VendaR$ 20,00100%
(-) custo da Mercadoria VendidaR$ 12,00 60%
(=) Margem de Lucro BrutoR$  8,00 40%



2. Margem de Contribuição: Valor das Vendas, menos o Custo das Mercadorias Vendidas, menos as Despesas Variáveis (Impostos, Comissões). 
Exemplo:

Valor da VendaR$ 20,00100%
(-) Custo da Mercadoria VendidaR$ 12,00 60%
(-) Despesas VariáveisR$  2,00 10%
(=) Margem de ContribuiçãoR$  6,0030%

OBS: A margem de contribuição deverá ser maior do que o percentual das Despesas Fixas.

3. Margem de Lucro Líquido: Valor das Vendas, menos o Custo das Mercadorias Vendidas, menos as Despesas Variáveis, menos as Despesas Fixas. Exemplo:
Valor da VendaR$ 20,00100%
(-) Custo da Mercadoria VendidaR$ 12,00 60%
(-) Despesas VariáveisR$  2,00 10%
(-) Despesas FixasR$  4,00 20%
(=) Margem de Lucro LíquidoR$  2,00 10%

Lição de Gestão: Inovar ou Morrer!

 

“Uma empresa perde os futuros negócios quando melhora sua eficiência sem mudar”
Hamel e Prahalad
 
Este post vai tratar de uma profunda transformação que está presente no mundo corporativo. Grandes empresas globalizadas, como a IBM e a Xerox, estão inovando seus modelos de negócios, convertendo seu padrão clássico de “produtor de produtos” para “provedores de soluções e de serviços” com muito sucesso e sacrifício.
Também apresentarei o caso recente da Kodak que infelizmente não foi capaz de se reinventar para adequar-se as mudanças observadas em seu ambiente competitivo. Tal descompasso resultou no seu pedido de concordata, pois suas dívidas, que ultrapassam US$ 6,8 bilhões, tiveram grandes dificuldades de refinanciamento pelos credores devido a uma descrença generalizada quanto a real possibilidade de recuperação da empresa, com base nos vários erros estratégicos observados ao longo de sua história.

O que deu Certo: IBM e Xerox
O Caso IBM

Na época de sua criação seus principais produtos eram a máquina de calcular e de escrever. Com o tempo, a IBM se transformou numa das pioneiras do setor eletrônico, produzindo grandes computadores denominados “mainframes”, alcançando grande participação de mercado.
Mas, com avanço da tecnologia, a IBM testemunhou sua liderança na participação nesse mercado declinar, tendo em vista o lançamento de equipamentos mais compactos, velozes e baratos pelos concorrentes, ficando em situação difícil.
Durante um longo período, a IBM não confiou no crescimento do negócio de computadores pessoais e só lançou o seu modelo PC em 1981, enquanto que a Apple em 1974 já tinha colocado no mercado seu revolucionário modelo de PC, o Macintosh, conjuntamente com um sistema operacional (software) próprio.
A IBM adotou uma estratégia diferente, produzindo somente o hardware, fazendo com que o software operacional fosse explorado por terceiros, o que motivou a perda de liderança nesse mercado e culminado com a venda, em 2005, da sua unidade de produção de PC para a chinesa Lenovo, fabricante de computadores pessoais.
Tendo em vista os erros estratégicos observados no passado, a IBM sofreu o maior prejuízo de sua historia – US$ 8,1 bilhões em 1992, provocado pela queda acentuada nas vendas dos mainframes, em decorrência da entrada de novos concorrente de relevo e do baixo grau de inovação em produtos.
Preocupados com o futuro da empresa, os gestores deram início ao processo de reformulação em seu modelo de negócio e de gestão, para atingir metas e voltar a ocupar lugar de destaque no setor. Com posse em 1993 de um novo CEO – Louis V. Gerstner Jr., a prioridade estratégica da empresa passou a ter foco nos serviços com a integração da sua linha de produtos nos mesmos.
Para tanto, a IBM mudou seu modelo de negócios, dando ênfase em soluções de maior valor agregado, desenvolvendo um portfólio atualizado, com foco em serviços, softwares e soluções integradas. A IBM conseguiu esta mudança por meio de uma estratégia agressiva de aquisições (mais de 100 nos últimos 10 anos) e alienação de ativos.
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O Caso Xerox
 
Fundada em 1906 como o nome de Haloid Company, fabricando papéis fotográficos e fazendo também a manutenção de algumas câmera, em 1958 sua denominação foi alterada para Haloid Xerox. Em 1959 lançou o modelo Xerox 914, batizado assim por ser capaz de tirar cópias no tamanho 9 por 14 polegadas. Em 1961 adotou nova denominação – Xerox Corporation seu nome atual.
Hoje a Xerox é uma companhia global atuante em mais de 160 países, empregando 136.000 pessoas, com um faturamento de US$ 22 bilhões em 2010,
É empresa líder mundial em gestão de processos de negócios e suporte para terceirização de TI (através da aquisição da Affiliated Computer Services), em tecnologia de processamento de documento e serviços que incluem impressoras, dispositivos multifuncionais, sistemas de “production publishing, gerenciamento de serviços de impressão, e software relacionados.
Esta posição de liderança foi alcançada graças a sua excepcional capacidade de inovar. Xerox depositou cerca de 58.000 patentes em todo o mundo desde 1930. Liderança de mercado baseada em inovação é um dos seus principais valores.
Mas o sucesso alcançado nem sempre foi tão prometedor. A patente original da copiadora 914 expirou em 1970, o que incentivou os concorrentes potenciais. (IBM e a Kodak) e japonesas (Canon, Minolta, etc.) entraram no mercado de copiadoras de grande e médio porte. Entre 1970 e 1980, a fatia de mercado da Xerox caiu de 96% para 45%.
Absorvida pela ação judicial imposta pelo governo americano, para combater sua suposta ação monopolista, ficou incessível à entrada de novos concorrentes em fotocopiadoras no mercado americano.
Somente em 1982 a diretoria da empresa tomou consciência das perdas significativas da sua participação no mercado. Para atender os desafios impostos pela concorrência, a Xerox organizou um plano baseado nos princípios da Qualidade Total. Este fato redundou na implementação de intensos aperfeiçoamentos em seus processos de negócios.
Apesar das mudanças incrementais implementadas no âmbito interno na busca da eficiência ela não foi capaz de usar sua criatividade na expansão de novos negócios. Ciente dessa situação a direção da Xerox resolveu reinventar a companhia. Ela passou de produtora de hardware para ser, o que seu site chama de “um verdadeiro parceiro em ajudar empresas a gerenciar melhor as informações”, ou seja, um provedor de serviços de negócios, softwares e novas formas de representação gráfica.
A atual presidente da empresa Ursula Burns exprime com muita propriedade o fundamento dessa mudança afirmando, em entrevista recente a revista Forbes: “Sempre pergunto às pessoas o que nós fazemos. O que me dizem é que somos uma empresa de impressão e de cópias de documentos. Isso não é só o que a gente faz. Agora o nosso negócio é ajudar as companhias a serem mais eficientes.”
 
O que deu Errado: O Caso Kodak
 
Em 1880, depois de inventar e patentear um processo denominado “dry-plate” (processo de produção de imagens de objetos, sobre superfícies fotossensíveis) e uma máquina para operacionalizar em grande escala esse processo, George Eastman fundou a Eastman Kodak Company.
Em 1884 Kodak se tornou um nome familiar depois que lançou o rolo de filme. Eastman acreditava que conquistaria um grande sucesso no mercado porque era um produto de fácil utilização e que seria “tão conveniente quanto o lápis”. Esse sentimento foi enfatizado na primeira campanha de marketing que usou o slogan “Você aperta o botão e nós fazemos o resto”.
O sucesso da Kodak deveu-se a criação de um modelo de negócio verticalizado singular– de produtos químicos para revelação de filmes a maquina fotografia analógica.
Porem o grande dilema é que os dirigentes e funcionários da Kodak estavam demasiadamente enraizados no que faziam com muita competência e isso causava resistência as mudanças no seu modelo de gestão e de negócios.
Alem disso a Kodak preferiu permanecer na zona de conforto proporcionada pela elevada participação de mercado e lucros significativos, contra a necessidade de mudar, recheada de riscos e de elevados investimentos com retornos incertos.
Segundo Daniel Hessel Teich em excelente artigo publicado no site Universitário, a história da companhia nos anos 90 é uma sucessão de erros que combinam arrogância, estreiteza de visão, gestão altamente centralizada e uma excessiva reverência a valores que não condiziam mais com a realidade do mercado.
Em 1975, a Kodak inventou a câmera digital e para não canibalizar seu mercado de filmes, resolveu não lançar o produto, o que se transformou no seu maior erro estratégico. Acabou ficando de fora dos mercados de câmeras digitais e passou a enfrentar sérias dificuldades para superar a perda do seu maior mercado, o de filmes fotográficos, que acabou por conta do surgimento de novos concorrentes.
O elevado grau de envolvimento com uma tecnologia vencedora que lhe proporcionou tanto sucesso, a arrogância dos seus dirigentes e colaboradores-chave, atributos comuns nas empresas líderes de mercado, impediram que a Kodak aproveitasse a oportunidade de se reinventar com foco na era digital da fotografia.
A Kodak foi a única responsável pela sua atual situação. Ela foi incapaz de compreender o futuro e fazer a transição para o mundo digital com rapidez suficiente e mesmo quando resolveu mudar, caminhou muito lentamente, adotando uma estratégia de mudança contínua (mudança incremental). Em última análise, essas mudanças não foram incorporadas, em sua fossilizada cultura de forma consistente, como uma competência essencial.



Os quatro erros capitais da Kodak

 
A seguir são apresentados os quatro erros capitais da Kodak segundo Daniel Hessel Teich:
 
1 – Ignorar as mudanças do mercado

Desde o início dos anos 90, o fim do filme fotográfico era visto como questão de tempo. A Kodak tentou negar essa realidade de todas as formas e manteve seu modelo de negócios inalterado;

2 – Hesitar ao adotar novas tecnologias

A primeira câmera digital foi desenvolvida pela Kodak em 1976. A empresa, no entanto, levou 25 anos para levar esse negócio a sério, quando o mercado já estava tomado pelos concorrentes;

3 – Desprezar a inovação

A Kodak sempre foi pródiga nos gastos com pesquisas, o que resultou em uma vasta base de patentes. No entanto, a maioria das inovações ficava na gaveta ou era licenciada a terceiros;
 
4 – Manter uma estrutura fossilizada

Uma das heranças negativas do fundador George Eastman foi uma cultura corporativa hierarquizada e lenta na tomada de decisões. Isso atrasou dramaticamente as mudanças na empresa.
Estes fatos evidenciam que ter a liderança de mercado não significa ter sucesso eterno.
Tardiamente o atual presidente da Kodak Antonio Perez desde 2005, afirmou: “A medida em que se completa a transformação da Kodak em uma empresa digital, nossos mercados futuros serão muito diferentes dos do passado, e deveremos nos organizar para apoiar essa mudança”.
Passados sete anos desde a sua posse, Perez não conseguiu viabilizar sua visão e em 19 de Janeiro de 2012 a Kodak apresentou, perante um tribunal americano, seu pedido de concordata para reorganizar seus negócios.
 
Lição de Gestão aprendida:
Ou você inova como fizeram a IBM e a Xerox ou desaparece!
 


Irani Cavagnoli
Especialista pela PUC/SP e graduado em Administração de Empresas (USP). Atua em sua área de formação desde 1969, tendo ocupado cargos de destaque: foi CEO do SEBRAE/SP de 1989 a 1996, Diretor da Trevisan, Diretor do Grupo Strhal e As Américas e Gerente Financeiro do Grupo Henkel. Realizou diversos projetos como consultor da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Confederação Nacional do Comércio (CNC), CGEE - Centro de Gestão e Estudos Estratégicos, Instituto Euvaldo Lodi (IEL), Federação do Comércio do Estado de São Paulo, Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, Federação das Indústrias do Estado do Paraná, e ACSP. Paralelamente, desenvolveu sua carreira como docente em Instituições de Ensino Superior e participando em MBA's da PUC/SP, FAAP, Escola Trevisan de Negócios, ESPM e Universidade Católica de Brasília. Foi Presidente da ABASE – Associação Brasileira dos SEBRAEs Estaduais e Conselheiro do SEBRAE Nacional, SENAC/SP, PUC-SP, CEVAL, ACSP e FIESP. Exerceu o cargo de Vice-Delegado e Diretor de Ensino Superior do Ministério de Educação e Cultura – MEC/SP. .

Fonte: <http://gestaoeinovacao.com/?p=3409>

Marketing Viral


MARKETING VIRAL

Segundo Sterne (2000, p. 6), marketing viral abrange o planejamento e a execução de ações que têm como objetivo principal estimular o marketing boca a boca da empresa pela Internet, aproveitando-se das redes virtuais de contato. De acordo com Graham (1999, p. 2), desenvolver uma campanha de marketing viral pode ser muito difícil. Mas, se for criada uma mensagem, desde um simples texto até algo que envolva a tecnologia de todo um site, que motive as pessoas a passarem sua comunicação adiante pela Internet e que suporte os benefícios de sua marca, então, existem todas as chances de sucesso.
Um exemplo premiado de marketing viral foi o desenvolvido pela Procter & Gamble para seu produto Scope Mouthwash, um produto para higienização e melhora do hálito bucal. A Procter & Gamble desenvolveu uma mensagem personalizada que permitia aos consumidores reproduzirem “beijos virtuais” para seus amigos. Assim, ao mesmo tempo em que a mensagem reforçava o conceito de marca da Scope, que era “fale tão perto quanto um beijo”, existia um mecanismo que incentivava a difusão da mensagem pelo mundo virtual. De fato, a Procter & Gamble tinha a tecnologia para acompanhar as mensagens e confirmou que, em pouco tempo, existiam “beijos virtuais” circulando em todo o mundo, o que significou um aumento posterior da imagem da marca da empresa e da intenção de compra dos consumidores-alvo da marca (Graham, 1999, p.1).

http://www.scielo.br/pdf/rae/v42n1/v42n1a08.pdf

Site da CIA

Segue site da CIA buscar por World Factbook.

https://www.cia.gov/library/publications/the-world-factbook/geos/sz.html

Margem de lucro

A Margem de Lucro e MarkUp são utilizadas em empresas que compram e revendem seus produtos sem modifica-los (industrialização). O preço de venda são fixados para venda ao consumidor final levando em conta: Custos de Aquisição (Compra), basicamente são utilizados estes dois conceitos: Margem de Lucro e MarkUP.
Conceito:
Custo de Produto Vendido --> Valor Pago ao Comprador + Impostos + Frete + Encargos Financeiros, (não incluso descontos e bonificações).
Margem de Lucro --> Razão entre o acréscimo sobre o custo do produto e o preço de venda desse produto.
Fórmula:
Margem de Lucro = (Preço de Venda - Preço de Custo) / Preço de Venda.
Markup --> Indice de Marcação de Preços: é um conceito parecido com a Margem de Lucro, porém a sua aplicação é um pouco diferente, pois o objetivo é estabelecer o preço de venda apartir do seu custo de aquisição.

Fórmula:
MarkUp = (Preço de Venda - Preço de Custo) / Preço de Custo.
Preço de Venda - Preço de Custo x (1 + MarkUp).

Diferenças:
Margem de Lucro: Calculo com base no Preço de Venda e Custo de Compra.
MarkUp: Usado para chegar ao Preço de Venda, baseado no Custo de Aquisição.
ControllerPlus:
No Menu Movimentação -> Lucratividade - Margem de Lucro/MArkup/Descontos e Acréscimos [Balcão].
Esta função busca no periodo escolhido as vendas realizadas, com base nos custos de venda cada item por dia pesquisado, o sistema demonstra as margem de lucro e markup.

Marketing Viral

Por Onde Começar?
O porque é simples: marketing tradicional é caro, acrescenta alguma desordem, e dependendo do tipo de campanha pode haver desperdícios de material. Enfim, pode ser ineficaz. Marketing Viral liga o produto com novos clientes que por si só espalham-no na rede, podendo atingir um público focado maior que o Marketing tradicional, e sem custo de material. Por isso, o Marketing Viral se torna mais eficaz, sem desperdício de material, e isso significa que você irá investir mais em sua marca e menos em publicidade.
Os mais bem sucedidos virais têm algumas coisas em comum e, por isso, para criar um “vírus” da campanha que se quer divulgar, ou seja, para torná-la um viral, é importante ter em mente os seguintes pontos:

§  Livre para visualização, sem custo algum;

§  Fácil de espalhar;

§  Utilizar redes já existentes, lista de contatos no email para espalhar;

§  Que seja única e interessante.

Outros atributos incluem o sucesso de escalabilidade (que é a capacidade de iniciar pequenas e acabar muito grande) que é resultado do terceiro item acima, utilizando recursos dos outros para ajudar sua campanha.
Estas regras são aplicáveis a quase todas as campanhas que se tornaram viral. O que temos que ter em mente é que Marketing Viral depende de pessoas para espalhar sua mensagem a outras pessoas, por isso terá que oferecer conteúdo de qualidade e atrativo, que as pessoas vão naturalmente querer espalhar.

Tipos de Abordagens Diferentes
Provavelmente, a mais bem sucedida campanha viral, e talvez nem tanto comentada, foi a do Hotmail (Serviço de correio eletrônico gratuito). O hotmail tornou-se bem sucedido, pois era gratuito e todo email enviado por seus usuários tinham links para o site da Hotmail, trazendo novos usuários para o serviço.

Outro exemplo bem sucedido são comércios que disponibilizam por email para seus clientes cupons ou alguma senha que oferece desconto para todas as pessoas que você repassar a mensagem. Alguns sites oferecem desconto adicional para o indicador. Vindo de site confiável, é uma técnica de abordagem excelente.

Um terceiro tipo de publicidade viral são vídeos (no YouTube por exemplo) com conteúdo exclusivo e altamente sedutor para o internauta. Embora nem todos os vídeos virais são de campanhas publicitárias, algumas marcas criaram séries de vídeos virais que têm sido muito bem sucedida na televisão e na Internet.

Importante notar que o principal papel destas propagandas não é promover o produto, mas sim para envolver o público deste produto. Assim, este público vai repassar a mensagem para seus contatos já existentes. Isto pode significar muito dinheiro economizado em publicidade online grátis.
trechos retirados do artigo de Leandro Motta Bacharel em Sistema de Informação pelo Universitas de Itajubá é responsável pela área Comercial da MestreSEO desde janeiro de 2009.

Kodak: como a era digital se voltou contra um de seus criadores

A primeira câmera da Kodak data de 1900. Pouco mais de meio século depois, em 1975, eles criavam a primeira câmera digital, um protótipo do tamanho de uma torradeira que precisava de 23 segundos de exposição para produzir uma imagem de 0,01 megapixel em preto e branco.

"A Kodak foi a primeira empresa a criar a câmera digital, mas naquela época, a maioria de seus lucros vinha da vendas de produtos químicos utilizados nos filmes e eles tinham medo de investir em algo novo porque achavam que podia prejudicar o seu negócio tradicional", disse Olivier Laurent, editor de notícias do British Journal of Photography. "Quando eles perceberam, o mercado digital tinha chegado para ficar, ultrapassado o filme e todos os concorrentes da Kodak tinham câmeras digitais muito superiores. As câmeras Kodak nunca foram boas e a empresa perdeu a reputação conquistada com o 'momento Kodak'".

Em 1992, Don Strickland, ex-vice-presidente da Kodak, disse segundo o The Guardian que a empresa estava pronta para dar espaço em seu negócio para as câmeras digitais, mas que seus chefes vetaram a ideia com medo de uma "canibalização do filme". E para além dos concorrentes e suas câmeras digitais e da entrada tardia no mercado que ajudou a criar, a Kodak enfrentou nos últimos anos outro obstáculo com o qual outras fabricantes também estão tendo que lidar: os smartphones como câmeras cada vez melhores. Para Laurent, os telefones estão comendo o mercado de câmeras compactas. "Por que ter uma câmera compacta quando uma de 8 megapixels no iPhone é quase tão boa e ele está sempre lá no seu bolso?" Esse, como o próprio mercado de câmeras já sabe, é um obstáculo a ser ultrapassado nos próximos anos.

Fonte
http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI5568894-EI15608,00-Kodak+como+a+era+digital+se+voltou+contra+um+de+seus+criadores.html